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Foto/Reprodução

Após anos de profissão e carreira pública, ela decidiu investir em sua paixão e abriu restaurante. Veja como!

Profissionalmente, Sálua Bueno trilhava um caminho bem diferente de sua verdadeira paixão, fez economia, mas amava está entre as panelas. Membro de uma família meio árabe meio brasileira, Sálua cresceu cheia de referências gastronômicas. E claro sempre tomava a frente quando surgia a oportunidade de cozinha para os amigos, tornando-se a “chef” dos amigos.

Na carreira acadêmica chegou cursar até o mestrado. Em 2008, quando estava prestes a ingressar no doutorado em uma universidade americana, desistiu. “Eu ia morar em Nova York para fazer o doutorado. Estava tudo certo, mas desisti quando faltavam dois meses. Eu ia me engessar muito, eram quatro anos de estudo, 12 horas por dia, muito pesado. Se você não tem tanta certeza de que quer isso, é complicado entrar nesse processo”, disse Sálua.

Em 2009, ela passou em um concurso público federal na sua área de formação e lá ficou até 2014. Durante sua trajetória de funcionária pública decidiu que seria perfeito unir sua experiência a sua paixão. E assim nasceu a Amelie Creperie, inaugurado primeiro no Shopping da Gávea, com unidade no Barra Shopping.

No começo do Amelie, Sálua ainda não assinava o cardápio do restaurante, mas há dois anos, decidiu que iria tomar a frente nas criações e fazer o próprio cardápio. O restaurante tem uma proposta francesa de servir aos clientes, são as galletes, massas feitas de trigo sarraceno que se assemelha a crepes. Entretanto, a chef, busca referências nas regiões do Brasil.

“A Amelie Creperie nasceu com conceito parisiense, mas eu sou brasileira e os meus clientes também. Não sou fiel à culinária nem à técnica francesa. Gosto de trazer ingredientes que descubro no Nordeste e no Centro-Oeste, por exemplo. Estudo o regionalismo do Brasil”, conta Bueno.

O sucesso do seu negócio está em preparar pratos temporários e claro toda sua experiência na economia.

Cia Magistral
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